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Nasa lança novo satélite metereológico

Novo satélite de análise monitoramento metereológico
Uma das primeiras imagens do GOES 16

A NASA lançou no sábado passado (21), o primeiro de uma série de quatro satélites meteorológicos geostacionários de nova geração, capazes de observar em tempo quase real a formação de tempestades no continente americano.

O Geostationary Operational Environmental Satellite-R (GOES-R- Popularmente conhecido como GOES 16) partiu para sua órbita geoestacionária a 35,8 mil quilômetros acima da Terra. Em duas semanas ele chegará ao seu destino, se tornando o primeiro de uma nova geração de satélites que irá observar o planeta e dar mais autonomia para a NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration) monitorar o clima no hemisfério ocidental até 2036. Mas as primeiras imagens feitas pelo GOES 16 já estão disponíveis e mostram todo o potencial deste que é o primeiro passo na nova era de satélites meteorológicos.

Comparação de imagens feitas a partir dos dois satélites
Comparação entre as imagens do GOES 16 e seu antecessor; o GOES 13, 
A comparação entre as imagens obtidas pelo GOES 16 e o GOES 13 (antecessor), mostram as diferenças.
Para quem não sabe o GOES 13 é- ou era, até então- responsável pelas imagens via satélite fornecidas pelo INPE e CLIMATEMPO.





30 curiosidades sobre o Ebola

imagem de vírus Ebola

1-O Ebola é uma doença infectocontagiosa transmitida pelo vírus de mesmo nome cuja principal manifestação é a hemorragia interna e externa. 

2- Um estudo publicado pela revista Nature em 2005, sugere que ele tenha se originado de morcegos que ao se alimentarem de frutas, acabavam infectando-as com o virus que posteriormente era transmitido para os macacos que se alimentavam das mesmas. (veja o artigo aqui)

3-Em humanos o vírus se espalha por meio de contato com sangue e fluídos contaminados, ficando em encubação por um período que varia entre dois dias e três semanas. 

4-A morte vem em decorrência da hemorragia que leva a falência múltipla dos órgãos em 50 a 90% dos casos, dependendo da variável viral. 

5-Depois disso o vírus pode permanecer vivo por até dois ou três dias mesmo estando fora do hospedeiro.

6-Caso o paciente chegue a ser curado, o vírus ainda pode permanecer por sete meses no organismo, podendo ser transmitido através de relações sexuais.

7- Em alguns casos o vírus do Ebola pode se alojar nos olhos, alterando a coloração da iris. (veja matéria aqui)

8-  O vírus do Ebola também é mestre em evadir as defesas naturais do corpo: ele bloqueia os sinais enviados para as células chamadas neutrófilas, as células brancas que têm a responsabilidade de soar o alarme para o sistema imunológico entrar em ação e atacar.

9- Na verdade, o Ebola infecta as células imunológicas e as usa para viajar para outras partes do corpo – incluindo o fígado, os rins, o baço e o cérebro.

10- Algumas pessoas podem ser imunes ao vírus, pois suas células não apresentam determinados marcadores que possibilitam a sua entrada. 

11- Apesar de existirem inúmeras pesquisas em torno do desenvolvimento de vacinas e medicamentos, não há uma cura comprovada para o ebola.

12- Apesar da preocupação com triagens e quarentenas nenhum aeroporto no mundo tem capacidade de detectar se uma pessoa está infectada pelo vírus no estagio inicial (quando não há febre ou outros sintomas).

13- Exames de sangue podem ajudar a identificar o vírus, mas eles são analisados em laboratórios e o resultado pode levar horas.

14- Os profissionais de saúde que utilizam a vestimenta de proteção, precisam trocá-las a cada 40 minutos. 
Vestimenta para epidemia de Ebola

15- Colocar todas as peças leva cinco minutos - tirá-las leva, com a ajuda de outra pessoa, 15 minutos. Durante esse processo, as pessoas estão mais suscetíveis ao contágio com ebola, por isso são descontaminadas com cloro.

16- A temperatura interna dentro do uniforme pode chegar a 40°C

17- A auxiliar de enfermagem espanhola confirmada com ebola contou ter entrado duas vezes no quarto de um dos dois pacientes que estava ajudando a tratar - primeiro, para ajudar a tratar o paciente, e depois para desinfetar o ambiente após a sua morte.Nos dois casos, ela usou o equipamento protetor completo. Acredita-se que ela tenha sido infectada quando tirou a roupa. (veja a notícia aqui)

18- Água e sabão ou gel bactericida rapidamente rompem a cápsula que envolve o vírus. Um método de descontaminação facilmente acessível em regiões remotas é o uso de detergentes diluídos em água.

19- Apesar das suspeitas, nunca houveram casos confirmados de Ebola no Brasil.

20- Até o ano de 2014 o Ebola já havia deixado mais de 3,7 mil crianças orfãs.

21- Segundo a OMS, o vírus foi diagnosticado pela primeira vez em humanos em 1976, no Sudão e na República Democrática do Congo.

22- O surto ocorreu em uma aldeia perto do rio Ebola, daí o nome da doença. Cerca de 500 pessoas foram infectadas e 400 morreram.

23- Desde então, várias cepas do vírus surgiram no continente africano e para cada uma delas há um conjunto de sintomas característico.

24- Existem, até o momento, cinco cepas do vírus Ebola; Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir de seus locais de origem.

25- A cepa Reston é a única que apesar de infectar humanos não desenvolve nenhuma doença.

26- Uma vez infectado por uma destas cepas o individuo se torna imune a ela, mas continua passível de contaminação pelas outras.

27- O Ebolavirus é membro da família Filoviridae que abriga um grupo de vírus letais aos seres humanos, incluindo o vírus Marburgo.

28- A febre hemorrágica de Marburgo, teve epidemias conhecidas em 1967 (a primeira), e depois em  2007-2014 (cujo epicentro foi Uganda).

29-Tanto a doença quanto o vírus estão relacionados com o Ebola e têm origem na mesma área geográfica (Uganda e Quénia ocidental). A sua fonte é uma zoonose de origem desconhecida.

30- O cineasta Ridley Scott (‘Prometheus’, ‘Blade Runner’) levará para a TV a história sobre a epidemia de ebola, mas ainda não há uma data definida para a estréia. (veja aqui)

Gelo em Plutão- Sonda New Horizons descobre vulcões que expelem gelo.

Sonda New Horizons
Piccard Mons (à esq.) e Wright Mons (à dir.); as cores da imagem divulgada pela Nasa indicam a altura: azul é baixo, verde é intermediário e marrom é alto

Enquanto os vulcões da terra expelem lava incandescente, os possíveis vulcões de Plutão expelem uma mistura de água, nitrogênio e metano.

Embora os pesquisadores da Nasa ainda necessitem de mais informações para confirmar essa hipótese, ela já se configura como a mais provável pois já havia sido sugerida anteriormente.

Os dois candidatos a vulcões de Plutão foram encontrados a sul de Sputnik Planum, planície lisa no equador do planeta.

Eles têm sido informalmente chamados de Wright Mons e Piccard Mons. Sua forma lembra, na Terra ou em Marte, a dos vulcões-escudo – extensos vulcões formados por repetidas erupções de fluídos de baixa viscosidade.
Caso se confirme, será a mais impressionante descoberta sobre o planeta dos últimos tempos.


Veja também: O Sol em Ultra HD




O Sol em Ultra HD

Essa semana a NASA publicou um vídeo do Sol como você nunca viu (literalmente). São 30 minutos de vídeo em Ultra HD.

O Ultra HD (4K) é a tecnologia que garante telas com resolução de 3840 x 2160 pixels, totalizando 8.294.400 pixels no painel da TV. O Full HD, por exemplo, tem um total de 2.073.600 pixels. Ou seja, uma TV 4Ktem exatamente quatro vezes mais pixels do que uma TV Full HD

O clipe foi feito com cenas capturadas pelo Solar Dynamics Observatory (SDO), que registra imagens do astro constantemente.

"O SDO registra as imagens do astro em dez diferentes faixas de comprimento de onda, cada uma delas destaca uma diferente temperatura do material solar", de acordo com o Goddard Space Flight Center, da Nasa.

As diferentes temperaturas podem mostrar características específicas do sol, como explosões solares, que consistem em explosões enormes de luz e raios-X.

Na visão da Nasa, o vídeo apresenta em íntimos detalhes o fogo nuclear da estrela que nos deu a vida.

O conteúdo, que pode ser visto a seguir, é o resultado de 300 horas de trabalho, o que significa que foram necessárias 10 horas de trabalho de cientistas para criar um minuto de filmagem. Confira.